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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

DVB-S3 PODE CHEGAR NOS PRÓXIMOS ANOS - 18/02/2016




A atual tecnologia que utilizamos atualmente nos receptores de TV via satélite pode estar com os dias (ou meses) contados: o DVB-S2 deve ser substituído pelo DVB-S3 nos próximos anos.

A primeira notícia sobre o DVB-S3 surgiu ainda em 2011, no início de nossas postagens sobre televisão aqui no eXorbeo.com. A Novelsat, uma empresa israelense começou a estudar o novo padrão naquela época, divulgando informações relevantes do que viria pela frente.

Os ganhos em relação ao DVB-S2
Um ganho próximo de 30% na taxa de compressão do áudio e vídeo (sem diminuição de qualidade em relação a segunda geração) era o principal ponto apresentado sobre o novo padrão.

De lá para cá testes com o padrão foram realizados na Europa, nos satélites Eutelsat, Asiasat 5 e Amos 3. A evolução no sistema (assim como ocorreu com o DVB-S2 nos últimos anos), foi enorme, chegando a um ganho de até 70% na velocidade e compressão dos dados transmitidos.

Na prática quem ganha com os novos sistemas são os usuários como um todo, pois um satélite do mesmo tamanho de um atual, com o mesmo número de TPs disponíveis, carregaria um número muito maior de canais, seja de TV ou Internet, ou então um mesmo número de canais com resoluções muito superiores (como foi na transição do DVB-S para o DVB-S2, trazendo os canais em HD).

A empresa chama o DVB-S3 de NS3 nos dias atuais e já anuncia testes e dados de um padrão ainda mais evoluído, o NS4.

E o que muda por aqui?
Pode parecer que uma alteração (ou evolução) como essa seja óbvia e prevista, porém, não podemos esquecer no altíssimo custo dos satélites, centrais de transmissão terrestre e das bases de receptores espalhados pelo mundo inteiro.

Portanto não é tão simples para o ramo das transmissões via satélite evoluir de tal forma como ocorre com padrões de placas e portas nos computadores e celulares, apenas para citar alguns exemplos.

O Brasil corre um risco grande de até mesmo “pular” a terceira geração de transmissão. Dizemos isso baseados na movimentação das maiores operadoras por aqui, que estão trazendo seus novos satélites de 2015 para cá. Como o investimento é milionário e os satélites tem uma vida útil de mais de uma década, quem sabe não teremos por aqui nada de novo antes de 2025…





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