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quinta-feira, 14 de abril de 2016

BLOQUEIO DA INTERNET FIXA DÁ MAIS DINHEIRO PARA AS OPERADORAS, DIZ IDEC - 14/04/2016






Tudo começou quando a Vivo que, após a compra da GVT, anunciou que que seus planos de internet passariam a contar com uma limitação da franquia de dados que poderia resultar no bloqueio da conexão caso a marca fosse atingida. A medida vale para contratos firmados após o dia 1º de abril.

Em entrevista Rafael Zanatta, responsável pelas pesquisas de telecomunicações do Instituto de Defesa do Consumidor, o Idec, afirma que a limitação dos dados realizada pelas prestadoras fere artigos do Código de Defesa do Consumidor e em nada tem a ver com a melhoria da infraestrutura de rede. “Isso é falso. Existem estudos e relatórios importantes que dizem que a franquia de dados não é a resposta adequada para o congestionamento do tráfego de rede", relata.

Zanatta também diz que a medida irá beneficiar apenas as empresas que prestam serviços de internet e não os consumidores, uma vez que elas poderão comercializar pacotes de dados para internet fixa, do mesmo modo como é feito na internet móvel. “Os executivos se reúnem e dizem: ‘como podemos ganhar mais dinheiro com a internet banda larga? Assim. E assim nascem as franquias”, conta.

No momento da entrevista, Zanatta estava em frente a um fórum de Brasília para entregar a petição e dar início aos trabalhos jurídicos que buscam extinguir o limite de dados. “Vou explicar o que está acontecendo para um juiz e mostrar os efeitos e o contexto da situação. Depois disso, ele terá um tempo estabelecido para decidir sobre essa liminar”, explica.

Infelizes com a situação, os consumidores também estão orquestrando uma petição no site Avaaz pedindo que a medida anunciada seja anulada para que a "moda não pegue" com as outras prestadoras. Chamado de “Movimento Internet sem limites”, o abaixo-assinado já conta com mais de um milhão de assinaturas.

Por e-mail, os organizadores da petição pública ressaltam que a manifestação é organizada por "colaboradores independentes reunidos de forma espontânea e engajada". Eles também garantem não possuir qualquer vínculo com órgãos focados na defesa dos direitos do consumidor ou com partidos políticos.



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